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Murta

Teresa nasce a 5 de Janeiro de 1993. Estudou nas Caldas da Rainha, onde viveu 3 anos, e concluiu a licenciatura de Artes Plásticas pela ESAD.cr. Foi residente na Casa da Praia, em 2015, enquanto concluía o curso de design gráfico na ETIC, em Lisboa, cidade onde vive e trabalha.

 

Desde 2013 que expõe regularmente. Destacam-se as colectivas: 2005, ENTRE PÓLOS - Palácio Quintela, Lisboa; S.U.N.D Festival, Mostra colectiva de Artes Plásticas, Fábrica do Braço de Prata, Lisboa; Teaser, Mercearia de Arte, Coimbra; Primeiro Banho, Casa da Praia, Alcântara, Lisboa; Meet the Nest, MONA, Santos, Lisbon; LISBOA 13.2 NE 1/500000, Centro cultural do Cartaxo; A-B - IMPLOSÃO plataforma de ilustração, Bar Irreal, Lisboa. Das exposições individuais destacam-se O espaço (irrita) entre as coisas, LX Factory, Lisboa, em 2015, e Amonstra - Primeiro Andar, Chiado, Lisboa, em 2013.

 

Nos domínios da arte pública, assinalam-se os murais que pintou nas Caldas da Rainha, Lisboa e Porto Mós, estes últimos em colaboração com Tamara Alves, como parte da residência artística no projecto AURORA.

Existe uma necessidade de explorar a pintura e as suas potencialidades, explorar formas orgânicas, a estética da ilustração científica, associada às doenças e à sua beleza formal — quando existe abstracção. A intenção não é explorar esses assuntos de forma literal - são pretexto de criação e acção. O trabalho é assumidamente abstracto, e é visível que nada representa, mas não deixa de explorar as formas mais básicas do inconsciente, o meu, que remete para o orgânico e natural, para texturas e sobreposições, botânicas e mudanças de escala. 

 

São momentos distintos. Existe a formação, a composição, e o desalinhar de formas, sobreposições. Num momento posterior, existe um afastamento - que resulta no exercício de mudança de escala, técnica e estrutura - o esqueleto destas formas é desvendado, mas construído numa fase tardia. 

A arte urbana, é mais uma vez um exercício de mudança de escala, técnica e suporte onde, partindo das formas, se tira partido de outros factores, e tudo se reinventa. Depois de uma fase de construção e composição, improvisada, existe a necessidade de descoberta do que sustenta essas formas, assumindo a sua existência enquanto tal. 

Existe uma necessidade em explorar texturas e opacidades, questões formais, abstracções: perceber e inventar novas formas e construir a sua estrutura, para que sejam sérias e existam.

 

Murta