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Carlos Alexandre Rodrigues

Carlos Alexandre Rodrigues vive e trabalha entre Lisboa e as Caldas da Rainha. É mestre em Artes Plásticas pela Escola Superior de Arte e Design de Caldas da Rainha, licenciado em Artes Visuais pela Universidade de Évora. 


De entre as suas exposições individuais destacam-se: (2016) O que vemos não vale, Galeria Sol, Porto. III x III Galeria 111, Lisboa. Into the 12 jury room - Artistas Unidos, Lisboa. (2015) EXPEDIÇÃO (Sem Título) - Museu do Hospital Termal, ​Caldas da Rainha. Any attempt to capture a performance through a static medium is bound to fail on some level. Centro de Artes de Caldas da Rainha. Retornar não implica voltar atrás, A9)))), Célula e Membrana, Leiria.

Das suas exposições coletivas destacam-se: (2017) Mostra’17, Lisboa. (2015) - AA -Fundação das Artes - Bienal de Arte de Alcobaça 7º Ed. Alcobaça. Close-up. Pavilhão 31 Hospital Júlio de Matos, Lisboa. (2014) Projecto Panaceia, Centro de Artes, Caldas da Rainha (2012) Itinerâncias|Artes Visuais, Design e Género I - Palácio de D. Manuel, Évora. (2011) - VHS is not dead. Convento dos Remédios, Évora.

Prémios: Prémio de Arte Pós-contemporânea Pedro Portugal 2011. Coleções: - Colecção de Arte Contemporânea Figueiredo Ribeiro, depósito em Quartel - Galeria Municipal de Arte de Abrantes. Entre outras.

Uma prática artística em que variadas metodologias operativas actuam sobre diversos tipos de medium, como a pintura, o desenho, a fotografia ou objectos tridimensionais, convergindo em temáticas e campos disciplinares diversos — como a geografia, arquitetura, urbanismo, arqueologia, antropologia ou sociologia. Não com a intenção de os tratar enquanto tais matérias, mas convocando os seus assuntos para o projecto de artes plásticas.

Imagens e objectos encontrados num processo dr apropriação artística de técnicas de inventário e catalogação, num gesto simultaneamente arquivístico e estético. Estas imagens servem como catalisador ou matriz para a criação de novas imagens ou objectos, pelo objetivo em refletir e convidar à reflexão sobre as diferentes dimensões contidas em trabalhos plásticos, desenvolvidos continuamente ao longo dos últimos anos.

É a partir do uso de diferentes registos do espaço urbano e suburbano, ocupado e desocupado, que se estabelecem relações de carácter social, natural, artificial e estético. As marcas humanas na paisagem e os vestígios arquitetónicos que nos remetem à industrialização e a lógica do subúrbio, caracterizadores de espaços, serão tratados enquanto imagens.

Que leituras podemos obter a partir da análise destes dois tipos de espaço? De que forma é que todo este processo afecta o nosso entendimento da cidade fragmentária? O que faz dos espaços urbano ou suburbano, construído e desocupado, uma ocupação e transformação territorial pela acção do homem, um reflexo da sociedade, um lugar de memórias, um arquivo vivo da passagem do tempo?

O projeto artístico encarado como um corpo contínuo, reflete sobre estas e outras questões relacionadas com a práxis de atelier e a actividade simultânea de apropriação e constituição de um arquivo, sobre o qual se pensa e desenvolvem as ideias, tornando possível a criação de trabalhos plásticos inseridos na prática da criação em arte contemporânea.

 

Carlos Alexandre Rodrigues