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António Bahia

Português nascido em 1969, a residir no Porto. Frequenta o quarto ano de pintura na FBAUP - Faculdade de Belas Artes do Porto.

 

Prémio: Menção honrosa atribuída pelo Júri do XXVIII Salão de Primavera Prémio Rainha Isabel de Bragança na Galeria de Arte do Casino Estoril 2015.

Exposições individuais seleccionadas:

1996

Casa do Turismo de Vila Nova de Cerveira, Portugal

1994

Hotel Solverde, Espinho, Portugal

Exposições colectivas seleccionadas:

2016

Insert Mobility, CEiia // Centre of Engineering and Innovation, Matosinhos, Portugal; Sobre 23 e Meio, Espaço Associ'arte, Federação das Associações Juvenis do Distrito do Porto, Portugal; Prémio Carmen Miranda, Museu Municipal Carmen Miranda, Marco de Canavezes, Portugal; Projeções 2016, Lugar do Desenho - Fundação Júlio Resende, Gondomar, Portugal.

2015

XIX Bienal – Festa do “Avante!”, Setúbal, Portugal; Extra Vaza Mente, Palacete Pinto Leite, Porto, Portugal; Vê lá Se Me Apanhas, Museu da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, Portugal; XXVIII Salão de Primavera, Galeria de Arte do Casino Estoril, Portugal; Tangentre, Quinta de Monserrate, Matosinhos, Portugal.

2002

XIX Exposição Colectiva dos Sócios da Árvore, Mercado Ferreira Borges, Porto, Portugal.

1999

Fundação Cupertino Miranda, Porto, Portugal

Desenvolver um projeto assente na reflexão sobre a vivência contemporânea nas cidades através de representações de paisagem urbana, e a subjetividade que daí poderá advir é o focus do trabalho de António Bahia nesta fase do seu trabalho artístico.

A contemplação da paisagem urbana, leva a colocar questões sociais e económicas que ao aprofundar o estudo das mesmas despoletam novas questões e diferentes problemáticas que são transversais a todas as grandes cidades, tornando-se num tema globalizante. Importa desde as atividades laborais e lúdicas às condições de habitação que atraem os habitantes das grandes urbes, justificando a sua fixação nas mesmas. Apoiar o trabalho na relação do habitante e a metrópole e o sentimento de integração ou exclusão, que é passível de experienciar pelos que habitam de forma a validar uma prática de pintura baseada na paisagem urbana.

A possibilidade de existirem diferentes leituras de cada trabalho, explorando a subjetividade de cada espectador é um conceito que se vem a desenvolver e do qual se pretende tirar proveito. A abordagem da dualidade da imagem, seja pela manipulação, desconstrução, reinterpretação, serve para conferir uma maior liberdade ao trabalho, tanto na execução como na leitura do mesmo. Interessa a possibilidade de várias interpretações de cada trabalho.

Apesar de estar contida alguma crítica social e económica, interessa apenas fazer uma reflexão sobre estes assuntos de uma forma ponderada e consciente, atribuindo ao processo pictórico algo mais do que a simples reprodução de imagens, conferindo-lhe tema e conteúdo e simultaneamente criar um discurso mais elaborado da própria pintura, contribuindo assim para uma leitura passiva de subjetividade de cada trabalho.

 

António Bahia