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Ana Velez

Nasceu em 1982 em Lisboa, onde vive e trabalha. O seu trabalho esteve presente em importantes exposições colectivas das quais se destacam Periplos – Arte português de hoy, Málaga, Espanha (2016); BIS 7ª Bienal de São Tomé e Príncipe, São Tomé e Príncipe (2013); Biennale JCE/Jeune Création Européene, Portugal, Aústria, Hungria, Eslováquia, Alemanha, Lituânia e França (2011/2013).

 

As suas mais significativas exposições individuais realizaram-se na Bloco 103|Arte Contemporânea, Lisboa, Portugal (2014) e na Galeria Fernando Santos, Porto, Portugal (2008). 

 

Foi-lhe atribuída uma Bolsa de Apoio à Internacionalização da Fundação Calouste Gulbenkian, Portugal (2013) e outra da Collezione Peggy Guggenheim [Solomon R. Guggenheim, New York], Veneza, Itália (2007).

Obras  em Museus e Colecções:

COLECÇÕES PRIVADAS - ASSOCIAZIONE PIEMONTESE ARTE, Turim, Itália - CÂMARA MUNICIPAL DE MONTIJO, Montijo - CÂMARA MUNICIPAL DA AMADORA, Amadora - FUNDACIÓN GENERAL UNIVERSIDAD COMPLUTENSE DE MADRID, Madrid, Espanha - FUNDAÇÃO INATEL, Lisboa - VILLE DE MONTROUGE, Montrouge [Paris], França . IMAGO MUNDI LUCIANO BENETTON COLLECTION, Treviso, Itália - CAC MÁLAGA, Málaga, Espanha - COLECÇÃO FIGUEIREDO RIBEIRO ARTE CONTEMPORÂNEA, Abrantes.

Trabalho essencialmente com o desenho e a pintura, abordando temáticas que giram em torno da problemática da identidade, baseando-me em três conceitos: o lugar, a memória e o corpo, destacando o lugar como contentor da memória e identidade. 

 

Tenho como base a investigação acerca de lugar e de não-lugar, de Marc Augé, o estudo de Maurice Halbwachs acerca da memória e da memória coletiva e a cidade, enquanto elemento arquitetónico, entendida como instrumento de memória, aquela que se apoia em imagens espaciais de lugares arquitetónicos, nos espaços da cidade e nas paisagens arquitetónicas. Ainda, a pesquisa de Francesco Careri acerca do caminhar como instrumento de intervenção urbana e de perceção do espaço. 

 

O trabalho que desenvolvo tem como objetivo primeiro, a observação, considerando que o processo criativo está intimamente ligado ao processo visual, à capacidade de ver, à possibilidade de formular juízos sobre as coisas. Cresce principalmente em torno do desenho. 

 

Adotei o desenho pelo seu carácter de representação primária e elementar, associado a um estatuto mítico de primeira e mais imediata forma de criar imagens. À intimidade, informalidade, imediatez, subjetividade, memória, à narrativa. 

Desenhar e pintar são parte da nossa relação com o nosso ambiente físico, gravando-lhe a presença humana. São os meios através dos quais podemos compreender e criar, decifrar e relacionarmo-nos com aquilo que nos rodeia ao deixarmos marcas que assinalam a nossa passagem. Literalmente desenhamos no e o mundo material. Desenhar é parte integrante do que significa ser humano.

Ana Velez