Nina Fraser

Expõe o seu trabalho artístico deste 2014, destacando-se: “International Collage Art” curadoria: Anna Kłos, Retroavangarda Gallery, Warsaw, PL; “Hertfordshire Open”, St. Albans Museum & Gallery, UK; “Taxis Derma”, Museu Nacional de História Natural e da Ciência, Lisboa, PT; “Qual Paisagem”, Livraria Sá da Costa Galeria, Lisboa, PT; “BODY and PLACE”, residência artística de desenho, Owlpen Manor, Gloucestershire, UK; “Menagerie”, Hatch
Gallery, Dorset, UK; “Sublime”, MUTE, Lisboa, PT; “Nevertheless”, curadoria: Andrés Jurado, Atelier Concorde, Lisboa, PT; “Big Village Small World”, Temple Bar Gallery & Studios, Dublin, IE; “Consequential”, Harbour Lights Gallery, Southampton, UK; “What if?”, Mergentaler Gallery, Kranj, SLO; Immateriality”, Verso Branco, Lisboa, PT; “The Skin I Live”, Museu Cívico do Palazzo Penna, Perugia, IT; “9:6 Exposição”, curadoria: Sofia Marçal,
Ocupart, Lisboa; PT; “Dia a Dia”, Câmara Municipal de Lisboa, PT; “Chaos & Infusion”, Galeria 78/80, Lisboa, PT; “Escalas Desejantes”, Museu Nacional de História Natural e da Ciência, Lisboa, PT; “Pieced Together”, Sulfur Studios, Georgia, EUA; “Alienation”, The Ground Floor Gallery, Nova Iorque, EUA; “Campanha”, Casa-museu Medeiros e Almeida, Lisboa, PT; “MOSTRA 2016”, Porto e Lisboa, PT; “From Lisbon to Łódź”, Adi Art Galeria, Łódź, POL.
O seu trabalho está representado em coleções institucionais e privadas em Portugal, EUA, Alemanha, Austrália, Polónia e Inglaterra, incluindo O Colecção Figueiredo Ribeiro, Abrantes, PT. As suas colagens foram publicadas em revistas e livros, tendo sido as últimas publicaçãos "Collage by Women, 50 Essential Contemporary Artists", editada pela Promopress, em 2019, e "The Scaffold", editada pela Folium publishing, em 2020.

Para mim, colagem é uma estratégia de negociação no mundo moderno - uma ferramenta para uma descoberta intuitiva que não só tem em consideração a natureza global da informação, como usa uma abordagem analógica através do acto físico de cortar e de rasgar.
As obras exploram a relação que nós temos com o que está à nossa volta e a nossa percepção das forças da natureza, expondo a fragilidade da condição humana. A transformação do valor e da propriedade ocorre através da apropriação de material associado com a baixa cultura: revistas, cartazes publicitários e objectos recolhidos do contexto urbano local. A publicidade passa a alegoria, o desprezado é elevado e os pressupostos do material impresso são questionadas.
Com consciência da fragilidade dos media (tanto no sentido da comunicação em massa, assim como do medium do papel em si) a intenção é relembrar-nos do tremendo peso do desejo. O que resta é
uma explosão contemporânea de uma realidade fragmentada que continuamente nos faz avançar para,
no final, nos fazer regressar aos dilemas morais sempre presentes que fizram de nós o que somos.

                                                                                                                       

 Nina Fraser

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