Madalena Pequito

Nasceu 1996

Durante a minha infância, todas as semanas a minha escola levava os alunos à Gulbenkian para conhecer as peças e, posteriormente, realizar pequenos projetos criativos relacionados. Sempre tive um grande interesse pela arte e penso que este foi um bom arranque.

 

Decidi estudar na escola António Arroio, numa área com a qual não trabalho muito atualmente. No entanto, foi bastante importante para o meu percurso. Posteriormente estudei Pintura na Faculdade de Belas Artes, onde comecei a desenvolver uma linguagem mais própria.

 

Ao longo do meu percurso artístico procurei sempre integrar diversos projetos e promover o diálogo com outros artistas. Neste momento sou um dos artistas residentes nos Anjos70. Este local tem-me permitido desenvolver bastante trabalho e contactar com outros artistas no processo criativo.


Desenvolvi diversos projetos, dos quais destaco:
EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS:
Exposição “Contentores” no espaço LX Jovem em Janeiro de 2020;

Exposição “Embrulhos” na Fábrica Braço de Prata em Setembro 2019.


EXPOSIÇÕES COLETIVAS:

VêsTrês, no espaço Egeu em Faveireiro 2020; Menção honrosa na Bienal Jovarte, Setebro 2019 a Janeiro 2020; Uma obra por Moçambique em Belém, Setembro 2019; Exposição de Finalistas na Sociedade Nacional de Belas Artes, Julho 2019; Arte nos Anjos70, Março 2019;  Arte no Páteo, Galeria MartHouse, Outubro 2018; Base Lx no Forte Santo António da Barra no Estoril; Artistas Portuguesas no Clube Militar de Macau; II Prémio Paula Rego na Casa de Histórias; Bienal ArtFem no Museu de Arte de Macau; Busman Holliday na galeria Lábor em Budapest; Glass skin congresso internacional de vidro na FBAUL.


PROJETOS ARTÍSTICOS: Organização e curadoria na exposição Vou mas Fico - Bienal da Fábrica 2019; revista Drifting through cityscapes e Instalação Memorial for those who don’t have memorials, criadas em Budapeste. Criação e Participação na exposição coletiva 3.27, co-criação com marca inglesa Away To Mars.

Não tenho particular gosto em descrever pormenorizadamente cada pintura, nem as suas temáticas. No meu trabalho penso que esse tipode descrição não faz muito sentido. O mistério é um fator que exploro bastante: retratar lugares que existem mas que, simultâneamente, nunca foram experiênciados; um amontoado de objetos reais que ganham uma nova utilidade, por vezes, senão quase sempre, inútil. Embrulhos e contentores que ocultam a verdadeira natureza dos objetos mas que se desinteressam pela mesma. Não pretendo que nada daquilo que apresento seja útil, mas interesso-me pela emoção que certos objetos são capazes de causar. 

 

                                                                                                                     

 Madalena Pequito

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