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Inês Caldas

Formada em pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e com o curso de Artes Têxteis no Modatex.

Participou como convidada num podcast com o tema "A relação entre a música e a ilustração", no âmbito do evento Amanha-te 2016, em Ovar.

Exposições colectivas seleccionadas:

2015

10.ª Exposição, Galeria Emergentes dst, Projecto Shair, Braga, Portugal; 7.ª Exposição, Galeria Emergentes dst, Projecto Shair, Braga, Portugal

2014

Pintura e(m) Processo, Fórum Maia, Portugal; Exposição de Finalistas, Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, Portugal; XXVII Salão Primavera, Prémio Rainha Isabel de Bragança, Caso Estoril, Portugal

2013

Royal Institute Mohamed Ali, Fundação do Príncipe Osman Rifat Ibrahim, Lisboa, Portugal

O meu trabalho aborda processos relacionados com o controlo intencional e muitas vezes não intencional da imagem. É feita uma meditação sobre uma imagem que subtilmente se remete a um processo imaginário, reinventando um novo conjunto de formas e cores. Interessa-me apresentar o “estranho” numa nova dimensão, tornando presente acontecimentos que vão surgindo. Assumindo-se assim, uma certa estranheza que inicialmente se apresentou como um erro ou como algo não previsto.

 

 processo dado é maioritariamente inspirado nos fenómenos de impermanência e imprevisibilidade da natureza. Todavia, apesar de existir um controlo natural na minha prática, procuro sair subtilmente dos esquemas tradicionais e dar uma oportunidade a que as imagens se vejam de diferentes ópticas. Formas imprevisíveis, muitas vezes estranhas e situações incontornáveis, formam assim a linha processual do meu trabalho. A sua finalidade define-se num diálogo em que se interroga se é a imagem certa, imaginando-se outras formas e se alguma outra imagem caberia da mesma maneira no espaço em que se insere. O nascimento de qualquer imagem seja parada ,ou em movimento, é colocada numa linha imaginária e espiritual, tornando-se quase surreal e abstracta.

 

Apresentam-se assim formas que obedecem a regras que lhes são próprias. Apresenta-se uma nova realidade controlada pelas formas que a definem e que surgem num mundo entre a memória e a imaginação.

 

Inês Caldas