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Al.Ma

Alvarenga Marques, Al.Ma, nascida em Moçambique, é licenciada em Artes Plásticas – Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Repartida entre o ensino e a criação plástica, tem vindo a explorar preferencialmente as potencialidades permitidas na Pintura. 

 

Participou em diversas exposições individuais e coletivas, workshops e eventos em Portugal e no estrangeiro. Está representada em diversas coleções públicas e privadas, das quais se destacam: Fundação José Rodrigues, Porto; Fundação AMI Amiarte, Porto; Baviera, S. A. - Grupo Salvador Caetano, V. N. Gaia; Fundação Volpe Stessens, Buenos Aires, Argentina; Museu do Banco de Portugal, Lisboa; Camara Municipal de Matosinhos; Centro Cultural Português, S. Tomé e Príncipe.

 

Recebeu ainda alguns prémios, tais como:  2009 - Prémio de Pintura - Encontrarte – Amares; 2004 - Prémio Revelação - III Prémio de Artes Plásticas - Baviera Séc. XXI – Museu da Bienal de Cerveira – V. N. Cerveira; 2002 - 1º Prémio de Gravura - 7º Salón Internacional Mercosur Diogenes Taborda – Fundación Volpe Stessens – Buenos Aires – Argentina; Mostra Prémio (artisti finalisti) - “IT ART 2002”: 4th Mini Graphic & Painting World Wide Show – Chiesa di S. Maria Della Spina – Pisa -  Itália; 1994 - Prémio Revelação – IV Bienal de Gravura – Amadora.

Exposições individuais seleccionadas:

2016

2 for1 (dupla individual), Alvarenga Marques+Tim Madeira, Galeria Acervo, Lisboa, Portugal

2015

Higher than the Sun III, Arte & Cultura, Quinta da Boeira, Vila Nova de Gaia, Portugal 

2013

Higher than the Sun II, 57ArtGallery, Viana do Castelo, Portugal 

2012

Higher than the Sun, Galeria Trindade, Porto, Portugal
2007

Till the Sun turns black, Galeria Trindade, Porto, Portugal

Exposições colectivas seleccionadas:

2016

PORTUG’ART, Grafton Street, 23 (Myfair), D Group, Londres Reino Unido; GAIARTE / Onda Bienal, Espaço Solidariedade, Vila Nva de Gaia, Portugal; ART MAP, Ponte de Lima, Portugal; ARTE URBANA em MUPIS, 20 artistas na cidade, Porto, Portugal

2015

AMIudadamente, AMIarte, Porto, Portugal; Tributo à Arte Bruta, (Integrada na Onda da Bienal de Gaia), Vila Nova de Gaia, Portugal; LP 33, Galeria Trindade, Porto, Portugal;  Bienal de Arte de Gaia, Portugal; 3.ª Bienal Internacional Mulheres d' Artes, Museu Municipal de Espinho, Portugal; Escravas & Deusas, Museu da Carris, Lisboa, Portugal; Woman With (He)art", Da Vinci Art Gallery, Porto, Portugal
2014

Por Amor à Arte Gallery, Porto, Portugal; 15+1, Da Vinci Art Gallery, Porto, Portugal; É a crise, Metamorfose Galeria, Porto, Portugal;
2013

Mulheres e Babuchas, Galeria Porto Oriental, Porto, Portugal; Femmes et Babouches, Espace 181, Paris, França; 50 artistas de dentro e fora, CCA Alfândega da Fé, Portugal

Deriva de uma geração de artistas que ao longo dos últimos vinte/trinta anos, fazendo frente a um mundo visual saturado, optou pela apropriação e reciclagem de imagens de natureza diversa. No entanto, a sua inclusão neste grupo é discutível, dado que, em vez de seguir a via usual do roubo incondicional de referências, citações históricas e respetiva reciclagem resultante numa dispersão de significado, tem vindo a revelar uma orientação idiossincrática restrita.

Que Alma nos queira embevecer com o mundo da infância pode parecer, em flagrante, o seu propósito. Mas ainda que à primeira vista se evidencie aqui uma boa imitação da tendência infantil, compulsiva, para escrever e pintar nas superfícies mais impróprias, o seu vandalismo, aparentemente inocente, vai bem mais longe.

Neste espaço fluido, transparente e teatral, manifesta-se uma interacção de mútua influência gráfica e plástica – entre a pulsação de fundo (encenando a realidade) e os desenhos que se lhe sobrepõe (paradigmáticos do imaginário infantil). Desta agitação resulta a força expressiva de um ambiente metafísico, de nostalgia e tempo perdido.

Os trabalhos de Alma, sem artifícios decorativos e cativantes pelo impacto da imagem abrangente da superfície total, são sobretudo intrigantes pela eficácia técnica plenamente conseguida e generosamente orientada para a construção do sentido.

João Viana acerca da obra de Alvarenga Marques (Alma)

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Gosto de brincar com as imagens e criar tensões, concentrar a atenção em alguns ícones pela oposição de outros mais cógnitos. Actualmente, utilizo com frequência figuras como estrelas pop ou objectos muito reconhecíveis em comparação com imagens típicas, regionais ou tribais.

Neste contexto, por vezes, cria-se uma atmosfera estranha e inesperada, cuja intenção é a de ‘prender’ o observador e levá-lo a questionar-se. Abordo os temas de modo lúdico e muitas vezes irónico. Executo nas telas rabiscos, garatujas ou grafismos como forma de ‘pichação’ e que de igual modo, pode ser visto como forma de interferir ou perverter a realidade, de ocupar um território, o da minha imaginação.

Alvarenga Marques