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Francisco Pinheiro

Pinheiro (Lisboa, 1981) é artista visual e a sua prática situa-se entre o desenho, o som e a instalação. O seu trabalho tem-se desenvolvido em torno de sistemas de linguagem, código e sinal, o nosso entendimento do tempo e da paisagem.

 

Recentemente, foi convidado a participar na exposição City Flux: Art, Architecture & Grand Rapids (Grand Rapids, Mich- igan), fez parte da exposição colectiva Os Índios da Meia-Praia na Galeria 111 (Lisboa, PT) e teve uma exposição individual no Camões - Instituto da Cooperação e da Língua (Lisboa, PT) através da Fundaçāo Carmona e Costa. Expôs em espaços como A Montra (Lisboa, PT), Diego Rivera Gallery (São Francisco, EUA), 1038 Project Space (São Francisco, EUA), Museu de Arte Contemporânea de Elvas (Elvas, PT), Biblioteca Municipal Camões (Lisboa, PT) ou o Espaço Campanhã (Porto, PT). Em 2015 foi artista residente no Carpe Diem Arte e Pesquisa (Lisboa, PT).

 

Em 2014, criou o coletivo West Coast com a artista Luísa Salvador, através do qual tem desenvolvido projectos que tomam o formato de conversas e intervenções no espaço público. É mestre em Novos Géneros pela San Francisco Art Institute (EUA, 2014) como bolseiro Fulbright/Fundação Carmona e Costa. Em 2005 fez a licenciatura em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Vive e trabalha em Lisboa. 

Owens Valley é um ecrã de madeira composto por uma série de 24 vidros contendo im- pressões, colagens e diferentes matérias como pólen ou betume judaico. Cada vidro está em relação com o seu par, desdobrando a experiência do ver em diferentes camadas. Aqui ima- gem, sinal e superfície coincidem numa dinâmica de jogo que desmultiplica, facciona e en- trevê. Aquilo que é imagem na verdade nunca nos é explicitamente mostrado, mas antes con- tido e possivelmente revelado dependendo do posicionar do espectador e sua curiosidade.

Ao fazer estes corpos-de-imagens-sem fundo, parti de imagens de Owens Valley e do arquivo em torno dos agricultores que nos anos 20 dinamitaram o aqueduto que servia Los Angeles. 

 

Francisco Pinheiro