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MOSTRA @ 2020  |  Terms  |  Privacy 

Catarina Lopes Vicente

Catarina Lopes Vicente nasceu em Lisboa em 1991.

Vive e trabalha no Cacém.

 

Concluiu em 2015 o Mestrado em Artes Plásticas, Escola Superior de Artes e Design, Caldas da Rainha.

Apresenta o seu trabalho regularmente desde 2012, onde se destacam algumas exposições

colectivas: XX Bienal Internacional de Arte de Cerveira, projecto com curadoria de Nuno Faria, Vila Nova de Cerveira (2018); Não é o sol, é a tocha, Livraria Sá da Costa – Sala de Exposições Temporárias, Lisboa (2017); Caleidoscópio, Galeria do Sol e Maus Hábitos, Porto (2017); IIIxIII, Galeria 111, Lisboa (2016).

Destacam-se ainda as seguintes exposições individuais: metal, osso e gesso, Giefarte, Lisboa (2019); Desenhos, Teatro da Politécnica, Artistas Unidos, Lisboa (2018); À superfície, MU.SA - Museu das Artes de Sintra, Sintra (2017); O que vem primeiro que tudo, Sede do Colectivo a9)))), Leiria (2015).

Em 2018 foi Bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian no âmbito do Programa de Apoio às Artes Visuais. Ganhou o Prémio Revelação D. Fernando II, Sintra (2016).

A artista realizou também a residência Círculos, Residência de Artes Plásticas, Aldeia Artística do Feital, Associação Luzlinar (2018-2019); Inter.meada, Residências Artísticas, Alvito (2019).

O seu trabalho pertence a algumas colecções, onde se destacam a Colecção Fundação Carmona e Costa e a Colecção Marin Gaspar.

Há já algum tempo que Catarina Lopes Vicente colecciona objectos que formam, no seu conjunto, uma espécie de léxico particular. Cada um destes objectos tem uma forma – como cada palavra tem um desenho – e estas formas têm sido usadas como referentes de base para muitos dos seus desenhos.

Na sua versão mais directa, eles aparecem enunciados na folha de papel através dos seus contornos, estabelecendo jogos simples de figura/fundo, cheio/vazio, poderíamos mesmo dizer, de modo declarativo. Outras vezes, eles apenas se podem adivinhar, submersos  que  estão em velaturas de densidade variável e cuja paleta  raramente se desvia dos tons cinza, negro e pastel, transformando a sua presença numa espécie de espectros que se pressentem mais do que se identificam.  Em outros casos, ainda, os objectos são eles mesmos, os agentes riscadores, fazendo a artista deles uso como se de lápis ou barras de carvão se tratassem.