Ana Paganini

Ana Paganini nasceu em 1995 em Lisboa.

 

Estudou Cinema Documental na University of Arts London, no Reino Unido, tendo-se especializado em Direção de Fotografia. Aos oito anos começou a fotografar com o pai, com quem organizou as suas primeiras exposições de fotografia. A morte do pai influenciou a sua obsessão por documentar a efemeridade da vida e o que deixamos para trás. A identidade e a memória colectiva são, por isso, os principais temas do seu trabalho. Os seus projectos mais recentes têm sido documentais. Destacam-se as fotografias das agências de viagens no Intendente, dos solstícios em Stonehenge e dos eremitas alemães que se estabeleceram no Norte de Portugal.

Foi na cidade fantasma da ilha de Bolama, na Guiné-Bissau, que Ana Paganini captou estas imagens. Bolama, capital da Guiné entre 1879 e 1941, tem ainda resquícios da presença lusófona, nomeadamente na arquitectura.

 

Estas fotografias denunciam essas marcas e a passagem do tempo, que se tornam particularmente visíveis no Palácio do Governador, no cinema, numa piscina abandonada, entre outros locais. Neste projeto, a fotógrafa explora as diferentes camadas do tempo, inspirando-se em textos de autores como Stefan Zweig, John Berger, Paul Auster e Theodore Zeldin.

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